Sinceramente, este não é um país sério.
O hábito nacional absolutamente consolidado, de se promover feriadões, com o uso do que se denominou de “imprensado”, é nauseante.
O prejuízo ao país é inominável. E no serviço público é apenas mais uma praga à consolidação da fama de improdutividade.
Apesar de não existir hoje o risível “ponto facultativo”, que na prática significa falta abonada, as repartições públicas não funcionam.
O hábito nacional absolutamente consolidado, de se promover feriadões, com o uso do que se denominou de “imprensado”, é nauseante.
O prejuízo ao país é inominável. E no serviço público é apenas mais uma praga à consolidação da fama de improdutividade.
Apesar de não existir hoje o risível “ponto facultativo”, que na prática significa falta abonada, as repartições públicas não funcionam.