A eleição foi totalmente limpa? Ou houve fraude na eleição? Só Deus sabe. E alguns corruptos, também. Especialistas advertem: a segurança e a fidelidade do resultado da urna eletrônica são tão fiéis quanto a mulher de um marido corno (e vice-versa).
O Tribunal Superior Eleitoral jura que o pleito transcorreu no melhor dos mundos possíveis. A falecida velhinha de Taubaté acreditaria nisso, com certeza. Mas quem entende do assunto sentencia: fomos vítimas de um crime eleitoral perfeito.
O certo é que 104 milhões 819 mil e 213 eleitores brasileiros votaram em 1º de outubro. Só a confiança absoluta no processo eletrônico, em um País governado pelo poder mundial do crime organizado, garante que o voto dado pelo eleitor foi mesmo para o candidato cujo número digitou.
A realidade dos fatos não fornece a mesma garantia, e nem permite que alguém tenha confiança absoluta em um processo eleitoral que não permite uma posterior auditoria dos votos dados pelos cidadãos. Temos de confiar na lisura do processo tecnológico e pt saudações (sem trocadilho infame).
Agora, tal desconfiança ganha ares de revolta. Dezenas de candidatos a deputado, no Estado de São Paulo, começaram a se articular, na semana passada, para ingressar com uma ação no Tribunal Regional Eleitoral, pedindo a anulação da eleição. Eles apontam vários indícios e suspeitas de fraudes. Um candidato até denuncia que recebeu uma tentadora proposta de corrupção para garantir sua eleição na totalização dos votos.
A idéia, segundo Paulo Kasseb (do PRP), veio de gente graúda lá no Tribunal Superior Eleitoral. Os candidatos, que prometem se rebelar, advertem que a Polícia Federal já teria até provas de clones da urnas que foram usadas no município de Guarulhos.
Se o caso não for abafado, será um escândalo de proporções gigantescas, só comparável às fraudes nos tempos da famosa “eleição no bico de pena”, na década de 20 do século passado, que acabou sendo um dos motivadores para a chamada “Revolução de 30” (que não foi revolução, mas mexeu no sistema eleitoral que era uma fraude só).
Jorge Serrão http://www.alertatotal.blogspot.com
O Tribunal Superior Eleitoral jura que o pleito transcorreu no melhor dos mundos possíveis. A falecida velhinha de Taubaté acreditaria nisso, com certeza. Mas quem entende do assunto sentencia: fomos vítimas de um crime eleitoral perfeito.
O certo é que 104 milhões 819 mil e 213 eleitores brasileiros votaram em 1º de outubro. Só a confiança absoluta no processo eletrônico, em um País governado pelo poder mundial do crime organizado, garante que o voto dado pelo eleitor foi mesmo para o candidato cujo número digitou.
A realidade dos fatos não fornece a mesma garantia, e nem permite que alguém tenha confiança absoluta em um processo eleitoral que não permite uma posterior auditoria dos votos dados pelos cidadãos. Temos de confiar na lisura do processo tecnológico e pt saudações (sem trocadilho infame).
Agora, tal desconfiança ganha ares de revolta. Dezenas de candidatos a deputado, no Estado de São Paulo, começaram a se articular, na semana passada, para ingressar com uma ação no Tribunal Regional Eleitoral, pedindo a anulação da eleição. Eles apontam vários indícios e suspeitas de fraudes. Um candidato até denuncia que recebeu uma tentadora proposta de corrupção para garantir sua eleição na totalização dos votos.
A idéia, segundo Paulo Kasseb (do PRP), veio de gente graúda lá no Tribunal Superior Eleitoral. Os candidatos, que prometem se rebelar, advertem que a Polícia Federal já teria até provas de clones da urnas que foram usadas no município de Guarulhos.
Se o caso não for abafado, será um escândalo de proporções gigantescas, só comparável às fraudes nos tempos da famosa “eleição no bico de pena”, na década de 20 do século passado, que acabou sendo um dos motivadores para a chamada “Revolução de 30” (que não foi revolução, mas mexeu no sistema eleitoral que era uma fraude só).
Jorge Serrão http://www.alertatotal.blogspot.com
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