O professor Walter Fonseca, diretor-presidente do jornal Correio da Tarde, resolveu esgrimar com o Ministério Público.
Em notas cifradas publicadas em sua coluna, que dispensam um Champollion (tradutor de hieróglifos da Pedra de Roseta) para interpretá-las, ele passou ao ataque.
Walter tem pelo menos 18 procedimentos investigativos o sitiando, desencadeados pelo Ministério Público. A maioria deriva de sua passagem pela reitoria da Universidade do Estado (UERN).
Os próximos capítulos prometem.
Em notas cifradas publicadas em sua coluna, que dispensam um Champollion (tradutor de hieróglifos da Pedra de Roseta) para interpretá-las, ele passou ao ataque.
Walter tem pelo menos 18 procedimentos investigativos o sitiando, desencadeados pelo Ministério Público. A maioria deriva de sua passagem pela reitoria da Universidade do Estado (UERN).
Os próximos capítulos prometem.
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