Dêem-se ao respeito! (III)
Sertão paraibano, século IX...
O casal Jerônimo Ribeiro Rosado, natural de Coimbra em Portugal e Vicência Maria da Conceição, da Vila de Pombal (PB), forma família numerosa, o comum à época no sertão nordestino.
Entre os dez filhos do casal, um faria sua história bem distante do lugar, mas igualmente sertanejo: é Jerônimo Ribeiro Rosado, homônimo paterno, nascido em 8 de dezembro de 1861.
O farmacêutico que levou ao extremo a recomendação bíblica do “crescei e multiplicai-vos”, com a expectativa de progredir num centro maior, se estabeleceu em Mossoró a partir de 1890. De seus casamentos com duas irmãs brotaram 21 filhos. Entre eles, nomes que se firmaram na política, indústria, cultura, comércio e outras atividades humanas, como Vingt, Dix-sept, Vingt-un, Dix-neuf, Duodécimo Rosado...
Até sua morte em 1930 em Mossoró, onde participou ativamente de ações nas áreas público e privada, ao fortalecimento do município, Jerônimo Rosado deixou marcada sua luta especialmente num campo: a defesa pelos recursos hídricos. Uma permanente “batalha das águas”.
O escritor Luis da Câmara Cascudo, em seu livro “Notas e documentos para a história de Mossoró”, traça um perfil de Jerônimo e descreve:
- Político à força, intendente, presidente da Intendência, viveu em serviço de Mossoró, batendo-se obstinadamente por todas as suas necessidades, água, água pela fixação das barragens, pelos açudes, pelos poços tubulares, pela canalização distante, água para irrigar, para espalhar-se fecundando (...),
O também escritor José Otávio Pereira Lima complementa o traço de obstinação e visão social de Jerônimo Rosado, na obra “Terra nordestina, problemas, homens e fatos”, abordando a questão da água:
- A máxima preocupação do farmacêutico Jerônimo Rosado, era, além do mais, dotar Mossoró de um sistema eficiente de abastecimento d’água potável (...)”.
Mossoró, 24 de março de 2000...
O governador Garibaldi Filho e o presidente Fernando Henrique Cardoso inauguram oficialmente a Adutora Jerônimo Rosado, obra orçada em cerca de R$ 50 milhões. Em meio à festa onde hoje existe o Ginásio de Esportes Engenheiro Pedro Ciarlini, milhares de pessoas ovacionam a obra.
Só quem convive com a memória curta e os distantes dos meandros da política mossoroense, desconhecem um fato decepcionante: foram descendentes do próprio Jerônimo Rosado e agregados, os principais opositores do empreendimento. Por pura politicalha, a banda político-familiar advinda do ex-governador Dix-sept Rosado (filho de Jerônimo) procurou jogar a população contra o projeto. Pregava-se que seria uma realização desnecessária, cara e nociva ao município.
Prefeita de Mossoró, a pediatra Rosalba Ciarlini, o seu marido e filho de Dix-sept, ex-deputado Carlos Augusto, organizaram até cadeia de rádio para a promoção de campanha do contra. O deputado federal Betinho Rosado (outro filho de Dix-sept) invocou conhecimento técnico, trouxe especialistas no assunto e jurava que o projeto seria ufanista.
Em mais de seis anos de funcionamento, a adutora melhorou as condições sanitárias da cidade, refletindo positivamente no aspecto de saúde; garantiu expansão imobiliária e reduziu consideravelmente os colapsos no abastecimento de água à comunidade. Pelo visto, o único efeito colateral causado até aqui, é o da amnésia: muitos não lembram desses episódios ou preferem esquecê-lo.
Em um dos seus muitos conceitos, a política é denominada de arte. A “arte de bem governar os povos”. Seria o exercício do bem comum, na ótica primária do berço da civilização helênica, há mais de 2.400 anos, onde floresceu a palavra e a partir dela, a política em suas variadas formas.
A elite política de Mossoró, com raras exceções, não pára de dar exemplos como o narrado aqui, invertendo valores, subtraindo premissas e ultrajando até a biografia de ancestrais. Precisa fazer um mea culpa. A continuar assim, outra história precisa ser contada, sem a lupa utópica de títulos como “a saga dos Rosados”.
Dêem-se ao respeito. Mossoró não merece isso.
PRIMEIRA PÁGINA
CONTROLAR O QUÊ? – Com tantas irregularidades denunciadas – e fartas provas – em relação a distorções na folha de pessoal da Prefeitura, no caso do “Folhaduto”, é próprio perguntar: o que o senhor Noguchi Rosado está fazendo no cargo de titular da Controladoria Municipal? Outra: está controlando o quê? Como foi possível passar vários meses no lugar e não descobrir que diversos parentes e aderentes sequer moram em Mossoró, mas estão na folha? Controladoria serve para quê? Se ele descobrisse que em sua empresa privada, quase em frente ao Palácio da Resistência, existiam diversos empregados recebendo sem trabalhar, faria o quê? Zeloso e cônscio de seu papel, por que não se pronunciou sobre as denúncias feitas e documentadas pelo semanário Página Certa?
CONTROLAR O QUÊ? II – Mais umas perguntas: se está no cargo para zelar o interesse público, por que não solicita ao jornal denunciante mais subsídios para defender o erário dos “gafanhotos” da família e aderentes que estão comendo a folha? Por que a Prefeitura não divulga a lista de cargos comissionados, com nomes, data de contratação, matrícula, endereço e onde estão lotados os servidores?
CONTROLAR O QUÊ? III O senhor acha justo pagar a quem não trabalha e remunerar modestamente a centenas de funcionários de carreira? Se soubesse que um prefeito, que não fosse da família, estaria patrocinando, concordando e apoiando a sinecura, nepotismo e empreguismo na prefeitura, assinaria embaixo? Se seus familiares são tão competentes assim, por que não os leva a trabalhar em suas empresas?
POR QUÊ? – Agora uma indagação que me faço: por que cobro tudo isso? Simples. Eu existo, porque penso. Sou cidadão, profissão definida, moro no mesmo endereço há quase 16 anos, nasci e vivo nesta cidade – que adoro de graça - há quase 43 anos, pago meus impostos (às vezes com atraso) e ajudo a cobrir os salários de quem produz e daquela malta sanguessuga que nada faz na Prefeitura de Mossoró. Não peço, exijo esclarecimentos convincentes. A empresa pública não lhes pertente. É um patrimônio coletivo, embora alguns a usem como firma familiar, se bem com menor respeito do que se realmente fosse.
POR QUÊ? II – Não sou anti-Rosado! Sou eleitor de políticos dessa família há várias eleições e não adoto o discurso idiota de que devamos “dar férias” a eles. No rol dos bons Rosados, há um leque com enormes serviços prestados a Mossoró, RN e país. Entretanto, não me ajoelho diante da mediocridade, não faço da vassalagem um hábito, nem da minha profissão um meio de vida na condição de proxeneta do jornalismo.
POR QUÊ? III – Posso andar de cabeça erguida, encarar a face de qualquer um sem medo de ter que desviar o olhar. Mas noto que alguns dos que delinqüem estão com dificuldade para fazer o mesmo. Ainda há tempo para uma saída nobre: admitam que erraram, limpem o poleiro e retomem o caminho dos seus antepassados. Do jeito que está, Mossoró não merece.
FENÔMENO – A estudante universitária que reside em Natal, Thayná Ciarlini, filha de Rosina Ciarlini, irmã da candidata ao Senado e ex-prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini (PFL), é um prodígio. Consegue conciliar diariamente seus afazeres acadêmicos na capital, com suas atividades laboriosas na Prefeitura de Mossoró, distante 274km um endereço do outro. Os Rosados são tão perfeitos, que vão provar cientificamente que é possível estar em dois lugares ao mesmo tempo. É a onipresença. Divinal!
GERAIS
- O América de Natal só pode estar com um encosto. Não consegue ganhar sequer uma partidazinha fora de casa. Ontem levou de 2 x 3 do Avaí em Santa Catarina.
- Quanta falta o jornalista Canindé Queiroz está fazendo a Mossoró. Apesar de incapacitado em face de problema de saúde, é ainda uma presença significativa no imaginário dos que amam, de verdade, como ele, a terra dos Monxorós. Ave, Canindé!
- A hemodinâmica do Hospital Wilson Rosado é uma obra de peso para a cidade e região. O investimento individual e inicial de cada sócio gira em torno de R$ 400 mil. Ou seja, para quem pode e acredita no mercado.
- Ontem na abertura da Feira do Livro de Mossoró, que ameaçava o país com projeto para ser “Capital Brasileira da Cultura”, não apareceu um único político de peso do município. Nem mesmo os que catam votos. Não causa estranheza, haja vista que uma parte só ler a “Caras,” porque é repleta de fotografias.
- Obrigado ao jornalista Luis Henrique (Correio da Tarde); Luíza Márcia que é dirigente do saite http://www.conhecaorn.com.br/ e o executivo da Caixa Econômica Federal no RN e ex-candidato a prefeito de Mossoró Jorge de Castro.
SÓ PRA CONTRARIAR
O que está faltando para o Ministério Público agir de ofício (por iniciativa própria) no caso do “Folhaduto”, que explodiu nas estranhas da Prefeitura de Mossoró? Há um fato concreto, existe em jogo o interesse da sociedade, ocorreu denúncia pública e se acumulam indícios de diversas irregularidades. E aí, anh!?
Sertão paraibano, século IX...
O casal Jerônimo Ribeiro Rosado, natural de Coimbra em Portugal e Vicência Maria da Conceição, da Vila de Pombal (PB), forma família numerosa, o comum à época no sertão nordestino.
Entre os dez filhos do casal, um faria sua história bem distante do lugar, mas igualmente sertanejo: é Jerônimo Ribeiro Rosado, homônimo paterno, nascido em 8 de dezembro de 1861.
O farmacêutico que levou ao extremo a recomendação bíblica do “crescei e multiplicai-vos”, com a expectativa de progredir num centro maior, se estabeleceu em Mossoró a partir de 1890. De seus casamentos com duas irmãs brotaram 21 filhos. Entre eles, nomes que se firmaram na política, indústria, cultura, comércio e outras atividades humanas, como Vingt, Dix-sept, Vingt-un, Dix-neuf, Duodécimo Rosado...
Até sua morte em 1930 em Mossoró, onde participou ativamente de ações nas áreas público e privada, ao fortalecimento do município, Jerônimo Rosado deixou marcada sua luta especialmente num campo: a defesa pelos recursos hídricos. Uma permanente “batalha das águas”.
O escritor Luis da Câmara Cascudo, em seu livro “Notas e documentos para a história de Mossoró”, traça um perfil de Jerônimo e descreve:
- Político à força, intendente, presidente da Intendência, viveu em serviço de Mossoró, batendo-se obstinadamente por todas as suas necessidades, água, água pela fixação das barragens, pelos açudes, pelos poços tubulares, pela canalização distante, água para irrigar, para espalhar-se fecundando (...),
O também escritor José Otávio Pereira Lima complementa o traço de obstinação e visão social de Jerônimo Rosado, na obra “Terra nordestina, problemas, homens e fatos”, abordando a questão da água:
- A máxima preocupação do farmacêutico Jerônimo Rosado, era, além do mais, dotar Mossoró de um sistema eficiente de abastecimento d’água potável (...)”.
Mossoró, 24 de março de 2000...
O governador Garibaldi Filho e o presidente Fernando Henrique Cardoso inauguram oficialmente a Adutora Jerônimo Rosado, obra orçada em cerca de R$ 50 milhões. Em meio à festa onde hoje existe o Ginásio de Esportes Engenheiro Pedro Ciarlini, milhares de pessoas ovacionam a obra.
Só quem convive com a memória curta e os distantes dos meandros da política mossoroense, desconhecem um fato decepcionante: foram descendentes do próprio Jerônimo Rosado e agregados, os principais opositores do empreendimento. Por pura politicalha, a banda político-familiar advinda do ex-governador Dix-sept Rosado (filho de Jerônimo) procurou jogar a população contra o projeto. Pregava-se que seria uma realização desnecessária, cara e nociva ao município.
Prefeita de Mossoró, a pediatra Rosalba Ciarlini, o seu marido e filho de Dix-sept, ex-deputado Carlos Augusto, organizaram até cadeia de rádio para a promoção de campanha do contra. O deputado federal Betinho Rosado (outro filho de Dix-sept) invocou conhecimento técnico, trouxe especialistas no assunto e jurava que o projeto seria ufanista.
Em mais de seis anos de funcionamento, a adutora melhorou as condições sanitárias da cidade, refletindo positivamente no aspecto de saúde; garantiu expansão imobiliária e reduziu consideravelmente os colapsos no abastecimento de água à comunidade. Pelo visto, o único efeito colateral causado até aqui, é o da amnésia: muitos não lembram desses episódios ou preferem esquecê-lo.
Em um dos seus muitos conceitos, a política é denominada de arte. A “arte de bem governar os povos”. Seria o exercício do bem comum, na ótica primária do berço da civilização helênica, há mais de 2.400 anos, onde floresceu a palavra e a partir dela, a política em suas variadas formas.
A elite política de Mossoró, com raras exceções, não pára de dar exemplos como o narrado aqui, invertendo valores, subtraindo premissas e ultrajando até a biografia de ancestrais. Precisa fazer um mea culpa. A continuar assim, outra história precisa ser contada, sem a lupa utópica de títulos como “a saga dos Rosados”.
Dêem-se ao respeito. Mossoró não merece isso.
PRIMEIRA PÁGINA
CONTROLAR O QUÊ? – Com tantas irregularidades denunciadas – e fartas provas – em relação a distorções na folha de pessoal da Prefeitura, no caso do “Folhaduto”, é próprio perguntar: o que o senhor Noguchi Rosado está fazendo no cargo de titular da Controladoria Municipal? Outra: está controlando o quê? Como foi possível passar vários meses no lugar e não descobrir que diversos parentes e aderentes sequer moram em Mossoró, mas estão na folha? Controladoria serve para quê? Se ele descobrisse que em sua empresa privada, quase em frente ao Palácio da Resistência, existiam diversos empregados recebendo sem trabalhar, faria o quê? Zeloso e cônscio de seu papel, por que não se pronunciou sobre as denúncias feitas e documentadas pelo semanário Página Certa?
CONTROLAR O QUÊ? II – Mais umas perguntas: se está no cargo para zelar o interesse público, por que não solicita ao jornal denunciante mais subsídios para defender o erário dos “gafanhotos” da família e aderentes que estão comendo a folha? Por que a Prefeitura não divulga a lista de cargos comissionados, com nomes, data de contratação, matrícula, endereço e onde estão lotados os servidores?
CONTROLAR O QUÊ? III O senhor acha justo pagar a quem não trabalha e remunerar modestamente a centenas de funcionários de carreira? Se soubesse que um prefeito, que não fosse da família, estaria patrocinando, concordando e apoiando a sinecura, nepotismo e empreguismo na prefeitura, assinaria embaixo? Se seus familiares são tão competentes assim, por que não os leva a trabalhar em suas empresas?
POR QUÊ? – Agora uma indagação que me faço: por que cobro tudo isso? Simples. Eu existo, porque penso. Sou cidadão, profissão definida, moro no mesmo endereço há quase 16 anos, nasci e vivo nesta cidade – que adoro de graça - há quase 43 anos, pago meus impostos (às vezes com atraso) e ajudo a cobrir os salários de quem produz e daquela malta sanguessuga que nada faz na Prefeitura de Mossoró. Não peço, exijo esclarecimentos convincentes. A empresa pública não lhes pertente. É um patrimônio coletivo, embora alguns a usem como firma familiar, se bem com menor respeito do que se realmente fosse.
POR QUÊ? II – Não sou anti-Rosado! Sou eleitor de políticos dessa família há várias eleições e não adoto o discurso idiota de que devamos “dar férias” a eles. No rol dos bons Rosados, há um leque com enormes serviços prestados a Mossoró, RN e país. Entretanto, não me ajoelho diante da mediocridade, não faço da vassalagem um hábito, nem da minha profissão um meio de vida na condição de proxeneta do jornalismo.
POR QUÊ? III – Posso andar de cabeça erguida, encarar a face de qualquer um sem medo de ter que desviar o olhar. Mas noto que alguns dos que delinqüem estão com dificuldade para fazer o mesmo. Ainda há tempo para uma saída nobre: admitam que erraram, limpem o poleiro e retomem o caminho dos seus antepassados. Do jeito que está, Mossoró não merece.
FENÔMENO – A estudante universitária que reside em Natal, Thayná Ciarlini, filha de Rosina Ciarlini, irmã da candidata ao Senado e ex-prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini (PFL), é um prodígio. Consegue conciliar diariamente seus afazeres acadêmicos na capital, com suas atividades laboriosas na Prefeitura de Mossoró, distante 274km um endereço do outro. Os Rosados são tão perfeitos, que vão provar cientificamente que é possível estar em dois lugares ao mesmo tempo. É a onipresença. Divinal!
GERAIS
- O América de Natal só pode estar com um encosto. Não consegue ganhar sequer uma partidazinha fora de casa. Ontem levou de 2 x 3 do Avaí em Santa Catarina.
- Quanta falta o jornalista Canindé Queiroz está fazendo a Mossoró. Apesar de incapacitado em face de problema de saúde, é ainda uma presença significativa no imaginário dos que amam, de verdade, como ele, a terra dos Monxorós. Ave, Canindé!
- A hemodinâmica do Hospital Wilson Rosado é uma obra de peso para a cidade e região. O investimento individual e inicial de cada sócio gira em torno de R$ 400 mil. Ou seja, para quem pode e acredita no mercado.
- Ontem na abertura da Feira do Livro de Mossoró, que ameaçava o país com projeto para ser “Capital Brasileira da Cultura”, não apareceu um único político de peso do município. Nem mesmo os que catam votos. Não causa estranheza, haja vista que uma parte só ler a “Caras,” porque é repleta de fotografias.
- Obrigado ao jornalista Luis Henrique (Correio da Tarde); Luíza Márcia que é dirigente do saite http://www.conhecaorn.com.br/ e o executivo da Caixa Econômica Federal no RN e ex-candidato a prefeito de Mossoró Jorge de Castro.
SÓ PRA CONTRARIAR
O que está faltando para o Ministério Público agir de ofício (por iniciativa própria) no caso do “Folhaduto”, que explodiu nas estranhas da Prefeitura de Mossoró? Há um fato concreto, existe em jogo o interesse da sociedade, ocorreu denúncia pública e se acumulam indícios de diversas irregularidades. E aí, anh!?
2 comentários:
Carlos, o Rosado estão à beira de dar uma propulsão à tecnologia de nosso tempo. Se a sobrinha de Rosalba estuda em Natal e "trabalha" em Mossoró é porque possuem um teletransporte, daqueles do filme "A Mosca". Só pode ser isso...
Por que será que o complexo de comunicação do casal Laíre e Sandra Rosado não se pronunciam sobre o assunto? Ah, tá, deve ser por causa do dinheiro das sanguessuas que irrigou a campanha de Larissa a prefeito de Mossoró. Tudo em casa. São "Rosado" do mesmo saco.
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