O militar reformado Miguel Mossoró começou a saracotear-se visando as eleições municipais de Natal no próximo ano. Quer ser prefeito.
Nas entrevistas que leio e ouço, a mesma verve. A pregação o remete à eleição passada, em 2004, quando se tornou um fenômeno, espécie de anti-herói, candidado-macunaíma.
Dizem os físicos, místicos e a sabedoria popular que “um raio não cai no mesmo lugar duas vezes”. Miguel foi um astro burlesco, tocado pela idiotia de uma massa que se imaginava formadora de opinião e sábia.
Miguel está vencido. Perdeu a graça. E os votos. As eleições de 2006, quando foi candidato a deputado estadual, mostraram isso.
Nas entrevistas que leio e ouço, a mesma verve. A pregação o remete à eleição passada, em 2004, quando se tornou um fenômeno, espécie de anti-herói, candidado-macunaíma.
Dizem os físicos, místicos e a sabedoria popular que “um raio não cai no mesmo lugar duas vezes”. Miguel foi um astro burlesco, tocado pela idiotia de uma massa que se imaginava formadora de opinião e sábia.
Miguel está vencido. Perdeu a graça. E os votos. As eleições de 2006, quando foi candidato a deputado estadual, mostraram isso.
Sou mais Celebridade, a jumentinha periférica.
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